2007/03/06

a nu

"Na arquitectura como em todas as formas criativas nunca se parte do nada, a invenção raramente existe senão quando novas ferramentas sugerem capacidades nunca experimentadas, mas mesmo nesse caso é difícil distinguir o que gera o quê, se o ovo ou a galinha."*

"É durante o acto criativo que nos expomos abertamente perante os outros; quando a mente e o devir não se excluem um ao outro, mas sim quando se tornam inclusivos (embora, jamais conclusivos). O nosso ser e a nossa praxis estão interligados. Em arquitectura é inconcebível pensar na segunda sem ter recorrido à primeira, da mesma forma que a primeira, isoladamente, é inútil, porque oca."**


*Filipa Cabrita, aluna do 6º ano do dARQ
**Carlos Guimarães, aluno do 6º ano do dARQ
in nu, #29/dez'06

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